sexta-feira, 4 de maio de 2012

Atuação da Fisioterapia nas Disfunções Temporomandibulares

  Fisioterapia nas Disfunções Temporomandibulares


A articulação temporomanbibular (ATM) localiza-se na frente do ouvido. É a articulação mais exigida pelo corpo humano. Ela trabalha durante a fala, deglutição, mastigação. Muitos músculos estão ligados a ela. Às vezes, esta articulação não funciona adequadamente.

SINTOMAS
- Dor na ATM durante a movimentação mandidular
- Sensação de travamento da mandíbula;
- Estalos durante a mastigação;
- Limitação de abertura da boca;
- Dor em certas regiões da face e no ouvido;
- Dificuldade na oclusão (fechamento) dos dentes;
- Sensação de fadiga mandibular
DISFUNÇÕES DA ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR (ATM)
A ATM é a articulação formada entre o osso temporal (parte da cabeça) e a mandíbula (maxilar inferior). Ela está localizada logo à frente do ouvido e é a articulação que permite os atos de abrir e fechar a boca. A porção mandibular que participa da articulação possui formato arredondado e é chamada de côndito mandibular; a depressão ou cavidade do osso temporal onde este côndilo se articula é chamada de fossa articular. Entre estas estruturas (côndilo e fossa) existe um disco articular formado por tecido cartilaginoso que é responsável pela absorção de impactos e também funciona como uma plataforma estável para os movimentos do côndilo mandibular durante a abertura e fechamento bucais. Na sua região posterior o disco é unido a uma estrutura de vasos sanguíneos e inervação chamada de zona bilaminar ou retrodiscal.
Também fazem parte da ATM vários ligamentos que participam da estabilização da articulação e da mandíbula.
O termo disfunção de ATM é utilizado de uma maneira genérica para definir alterações patológicas articulares e musculares da face e pescoço. 
ESTALIDOS NAS ATMS
Entre as faces articulares dos osso que compõem as ATMs (osso temporal e côndilo da mandíbula), existe uma estrutura fibrocartilaginosa chamada disco articular, cujas principais funções são amortecer e amoldar as superfícies ósseas incongruentes da articulação, evitando traumas e desgastes prematuros. Quando o disco articular se desloca de sua posição fisiológica, acontece o estalido (clique), notado nos movimentos mandibulares, tais como, cantar, bocejar etc.
ATM PODE CAUSAR DOR DE CABEÇA
As dores de cabeça provenientes das disfunções de ATM, em geral, não são propriamente de cabeça: são dores nos músculos que envolvem a cabeça. Posições postuais viciosas, relacionamento dental inadequado, apertamento e/ou ranger de dentes, associados ao "stress", normalmente culminam em quadros crônicos de dores nos músculos da face, da cabeça e do pescoço.
 ATM PODE CAUSAR DOR DE OUVIDO
A proximidade entre a ATM e o ouvido pode ocasionalmente confundir o paciente sobre o local de origem da dor. Na realidade, a dor de ouvido é diferente da dor de ATMs. Como diagnóstico diferencial das ATMs não manifestam febre, não eliminam secreção pelos ouvidos e não são acompanhadas por quadros infecciosos das vias aéreas superiores.
TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO
O tratamento fisioterapêutico em conjunto com o tratamento multidisciplinar, proporciona um alívio das condições sintomatológicas do paciente, buscando restabelecer a função normal do aparelho mastigatório.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Ninguém Gosta de Sentir Dor e é Normal que Tentemos Evitá-la!!!!!!!!!!



Ninguém gosta de sentir dor e é natural que tentemos evitá-la. Mas a velha vilã tem o seu lado positivo: ela é um alarme que nos adverte sobre ameaças a nossa integridade. Suprimí-la indiscriminadamente com analgésicos, pode fazer mais mal do que bem. Na ânsia de se livrar a qualquer custo da sensação dolorosa, mediante o uso de analgésicos, relaxantes musculares, anti-inflamatórios e outros medicamentos, as pessoas podem estar se privando de seu sinalizador mais perfeito.

 Um alarme precioso que a natureza instalou no organismo para soar a cada ameaça de dano ou desequilíbrio. “A dor é biologicamente necessária”, ela nos protege advertindo-nos quando ultrapassamos nossos limites e corremos riscos de prejuízos. A dor é um alerta que algo está errado e precisa ser corrigido, afirma o médico Alexandros Botsaris, acumpunturista e consultor da Natura de Inovação e Tecnologia. 

A quem diga que a própria manifestação da vida não seria possível sem a dor. Em suas múltiplas facetas, ela seria um dos pilares de auto-preservação dos seres vivos, compondo com o prazer os extremos de um movimento pendular que afasta o homem de tudo que tende a destruí-lo e o aproxima de tudo que lhe proporciona bem-estar e crescimento (a dor e o prazer estão atados pelos pés).

 O equilíbrio, seria rompido quando, no esforço de banir qualquer dor bombardeamos os mecanismos de sensibilidade com drogas de efeito cada vez mais potente e duradouro. Esta atitude pode trazer mais prejuízos do que a convivência com a dor por algum tempo, enquanto ela é atacada na raiz. É que as drogas são eficazes na supressão da dor, mas deixam intactas suas causas que continuarão a produzir novas conseqüências e outras dores, passado o efeito sedativo. “Dor é o que o paciente diz sentir”, afirma o anestesiologista Onofre Alves Neto, PhD em Medicina e Diretor científico da Sociedade Brasileira Para o Estudo da Dor (2003). “É uma experiência única com uma importante dimensão psicológica, detalhe que impede que seja medida de maneira objetiva”. Seu tratamento convencional, segundo Onofre segue uma escala recomendada pela OMS (Organização Mundial de Saúde).