sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Você sente dor de Cabeça ou Colica Menstrual???



A Dor que Não Passa!!!!!
         As mulheres de um modo geral um dia já passaram por cólicas menstruais, muitas ainda sofrem com frequência, e os sintomas variam de pessoa para pessoa.
http://www.dicasdemulher.com.br/wp-content/uploads/2011/07/12_dicas_para_combater_a_colica_menstrual.jpg
Preste atenção aos sintomas da cólica: febre, sangramento exagerado e dor durante o sexo podem indicar um problema de saúde.
São poucas as mulheres que nunca reclamaram de uma cólica menstrual. Mas quando a dor é intensa e vem acompanhada de sintomas como dor na relação sexual, fluxo muito intenso, corrimento ou febre, é sinal de que pode haver um problema mais grave. Saiba como identificá-lo e procure o melhor tratamento já!
Conheça os tipos de cólicas: •Cólica por má posição do útero •Cólica por estenose cervical •Cólica de origem neurológica •Cólica menstrual •Cólica de ovulação •Cólica de mioma •Cólica de endometriose •Cólica de doença inflamatória pélvica.
Adenomiose
Sintomas: Dor intensa e contínua no baixo ventre, que começa antes da menstruação e diminui progressivamente. O fluxo menstrual também tende a ser mais intenso (como uma hemorragia) nos primeiros dias do ciclo.
Cólica por má posição do útero
Sintomas: Trata-se de uma cólica parecida com uma câimbra no baixo ventre. É uma dor aguda que ocorre de três a quatro dias antes do fluxo e vem acompanhada de constipação intestinal, que costuma melhorar após a menstruação. “O incômodo surge a cada cinco minutos e depois vai se espaçando”, explica Berenstein.
Cólica por estenose cervical
Sintomas: O incômodo começa com a chegada do fluxo. A sensação é de pressão sobre o baixo ventre, como se a mulher estivesse com a bexiga cheia. A dor é intermitente (vai e volta) e costuma durar aproximadamente dois dias.
Cólica de origem neurológica
Sintomas: Sensação de peso e dor que vai e volta do baixo ventre para as pernas e irradia dos glúteos até o joelho. A cólica costuma durar todo o período do fluxo.
Cólica menstrual
Sintomas: Um “aperto” no baixo ventre, de intensidade variável, que dura cerca de dois dias. A cólica menstrual pode vir acompanhada de náuseas, vômito, indisposição, dor de cabeça e nos seios, dependendo da sensibilidade de cada mulher.
 
Cólica de ovulação
Sintomas: Dor aguda que acontece somente de um lado, na parte baixa do abdome. Pode durar apenas alguns minutos ou, em alguns casos, horas, mas costuma ceder
após três dias. Se aparecer do lado direito pode até ser confundida com apendicite, ou mesmo com uma cólica renal
Cólica de mioma
Sintomas: A dor aparece no baixo ventre, na região lombar, no flanco ou nas pernas. Também há pressão ao urinar, prisão de ventre, aumento do abdome e do fluxo menstrual.

Cólica de endometriose
Sintomas: A dor costuma ser intensa, na parte inferior do abdome e na pélvis. Ela aparece antes do início da menstruação e vai piorando durante o fluxo. Também pode se manifestar durante a relação sexual. Quando a doença está em um estágio avançado e atinge outros órgãos, pode haver alterações intestinais durante a menstruação e dor ao urinar.
Cólica de doença inflamatória pélvica
Sintomas: Dor contínua na re gião pélvica ou no baixo ventre com febre, secreção vaginal e odor forte. Podem surgir náuseas e vômitos.

http://blogmail.com.br/fotos/2010/02/como-se-livrar-da-colica-menstrual.jpg
Dismenorréia ou Cólica Mestrual











O Tratamento Fisioterapêutico no paciente com cólica promove um alívio imediato, desde que utilizados procedimentos específicos de terapia manual onde é possível inibir a inervação do útero e dessa forma os sintomas desaparecem em no máximo 15 minutos sem uso de medicamentos!!!!! 

http://www.espacodevida.org.br/pub//dor%20de%20cabeca.jpg
Cefaléia Tensional


A fisioterapia e a cefaléia tensional
Normalmente as pessoas que sofrem com as cefaléias tensionais, as chamadas “dores de cabeça” nunca procuram tratamento médico e o mais normal acaba sendo a automedicação, ou seja, as pessoas tomam chá disso, chá daquilo, remédios, para as mais diferentes dores e acaba acontecendo o seguinte: as dores passam momentaneamente porém voltam depois de algumas horas, dias ou semanas, isto ocorre porque elas acabam “inibindo a atuação (atividade) do sistema nervoso central”mas esta inibição ocorre por curtos períodos e ao término destes as dores voltam e as vezes até com maior intensidade do que antes.


O grande problema é que as pessoas tratam apenas um dos sintomas e quase nunca tratam a causa, é por isso que estas pessoas sofrem de dores recorrentes, por meses e até anos ou vidas inteiras, mas para estas pessoas podemos colocar que a maioria (cerca de 90%) das “dores de cabeça” são de origem tensionais, e que para estas já existem tratamento fisioterapêuticos extremamente eficientes como a técnicas de Terapia manual semelhante as usadas na cólica com objetivo de corrigir os desequilíbrios musculares e circulatórios responsáveis pela dor e pulsação local.





http://massagem-indiana.webs.com/photos/Massagem/Fotos%20Fitness02-Cervical.jpg
Inibição da Dor

sábado, 8 de outubro de 2011

A Força do Pilates!!!!!


O método começa a ser indicado por médicos e ganha espaço dentro dos hospitais para auxiliar na recuperação de males como dor, câncer e doenças neurológicas


2011_09_12_ED3_ISTOE_PILATES_255.jpg
chamada.jpg

No mundo do fitness, a explosão de novas modalidades é uma constante. Mas, normalmente, com a mesma velocidade com que surgem, elas desaparecem após poucos meses. Quando resistem, tornam-se aqueles fenômenos que mudam a história da malhação e a maneira como enxergamos a atividade física. Foi assim com o surgimento da aeróbica, com a expansão da musculação e assim está sendo com o Pilates. Criado pelo alemão Joseph Pilates durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o método rapidamente caiu no gosto dos bailarinos, que o usavam como complemento ao treino. Mas foi só a partir da década de 90 que se popularizou, atraindo milhares de adeptos em todo o mundo e tornando-se a maior revolução do fitness dos últimos anos. Só nos Estados Unidos, primeiro país a receber um estúdio com aulas da modalidade (ministradas pelo próprio Pilates em Nova York), estima-se que cerca de dez milhões de pessoas o pratiquem. No Brasil, não há dados precisos, mas o crescimento pode ser observado pela grande quantidade de estúdios e de pessoas que se confessam fãs do Pilates. “A rápida percepção dos resultados incentiva cada vez mais gente a aderir à técnica”, analisa a fisioterapeuta Solaine Perini, presidente da Associação Brasileira de Pilates. “Isso faz dele o método de condicionamento físico que mais ganha adeptos no mundo.”

As razões para se buscar o Pilates são as mais variadas. Há desde os desejosos de esculpir o corpo (inspirados por celebridades como a cantora Madonna, que credita parte de sua boa forma à técnica) até os interessados em exercícios capazes de ajudar na prevenção ou na recuperação de problemas como dores e lesões. Como anseios tão diferentes cabem dentro de um mesmo método? “Pilates se preocupou em criar uma técnica que trabalha a saúde como um todo”, considera Inelia Garcia, uma das primeiras instrutoras do método no Brasil e hoje dona de um império com mais de 47 estúdios e dez mil alunos espalhados por todo o País. “O corpo torna-se mais forte, flexível e resistente”, diz. “Na parte mental, os exercícios melhoram a concentração e a memória. E o trabalho com a respiração ajuda no controle das emoções”, completa.
 
img8.jpg

A abrangência das lições deixadas por Pilates chama mesmo a atenção. Vem de uma preocupação constante que guiou o seu trabalho: imprimir ciência à técnica. Toda a metodologia de Pilates parte do conceito de “centro de força” (ou power house). O termo, por ele criado, define a região central do corpo humano. “São os músculos da coluna, do quadril, das coxas e do entorno do abdome”, diz Aline Haas, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e instrutora certificada pela Pilates Method Alliance, dos Estados Unidos. “Eles são os flexores e extensores da coluna e do quadril e estão na musculatura profunda da pelve.” De acordo com os princípios preconizados por Pilates, fortalecer essa região é a melhor maneira de garantir uma boa sustentação para o corpo humano.
img.jpg
RECEITA

Lech é um dos médicos que indicam a prática aos pacientes
Ao compreender o trabalho muscular realizado durante os movimentos, Pilates criou exercícios e aparelhos capazes de estimular os músculos, inclusive os mais profundos e em geral pouco acionados no cotidiano. Os resultados são tão impressionantes que têm ocupado o tempo dos cientistas. Parte deles está especialmente interessada em levantar mais do que transformações corporais que o método pode proporcionar. Querem conhecer as suas possíveis indicações terapêuticas.

E o que se descobriu até agora é alentador. Um exemplo: trabalhos demonstram que a técnica pode ser eficaz para a redução das dores, com efeitos animadores em casos de dor lombar e de fibromialgia (dor crônica sem origem aparente, mais comum em mulheres, e sentida em vários pontos do corpo). Um dos estudos pioneiros foi feito no Departamento de Medicina do Esporte e Reabilitação do Instituto Ortopédico Gaetano Pini, na Itália. Os pesquisadores recrutaram 43 pacientes com dor lombar. Parte deles fez Pilates, enquanto os demais foram submetidos ao tratamento da Escola da Coluna (método fisioterapêutico criado na década de 60). Ao fim de dez dias, quem praticou Pilates teve ganhos similares aos da fisioterapia tradicional, mas com uma vantagem: estava muito mais contente. Entre os que tiveram aula de Pilates, 61% declararam-se muito satisfeitos com a terapia, contra 4,5% entre os que foram submetidos à outra técnica.
img1.jpg
RECURSO
Simone, do hospital Albert Einstein (SP),
usa a técnica na reabilitação de lesões
Corrobora com o trabalho italiano a revisão proposta pelo fisioterapeuta Edward Lim, do Hospital Geral de Cingapura – a primeira sobre o tema. Lim reuniu sete pesquisas de diversas partes do mundo. Todas sobre o efeito do Pilates em pacientes com dores na parte inferior da coluna. A conclusão: o método é realmente válido para tratar o problema. “Mas os exercícios precisam ser estruturados para atender aos variados quadros clínicos dos pacientes”, disse Lim à ISTOÉ.

Como o que ocorre com a dor lombar, o uso da técnica para casos de fibromialgia também vem ganhando respaldo científico. Em especial após a divulgação dos primeiros resultados de uma pesquisa realizada na Universidade de Uludag, na Turquia. A equipe acompanhou 50 voluntárias durante 12 semanas. Divididas em dois grupos, metade das mulheres frequentou aulas de Pilates e as demais foram orientadas a praticar exercícios de relaxamento e alongamento em casa. Enquanto o primeiro grupo relatou melhoras significativas na dor, o segundo teve alterações positivas bem pequenas.
img7.jpg
CLÍNICA
No Hospital Brasil (SP), a fisioterapeuta Marta atende pacientes indicados por médicos
As comprovações têm encorajado médicos a indicar a técnica a seus pacientes. “É um recurso muito útil, em especial nos casos de dor nas costas sem causa específica”, afirma o traumatologista e ortopedista Alberto Mendes, de São Paulo. “Além do alongamento e do equilíbrio postural, o Pilates faz um trabalho de fortalecimento muscular muito positivo, pois ajuda na sustentação da coluna”, diz o médico. O reconhecimento da importância do método também pode ser medido por sua incorporação pela fisioterapia. “Temos uma resolução que ampara o fisioterapeuta no uso do Pilates como recurso terapêutico”, diz Wiron Correia Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Fisioterapia.

A chave para entender esses benefícios está em um dos fundamentos preconizados pelo alemão Pilates: o equilíbrio. “Quando as cadeias musculares estão em equilíbrio, há redução da dor”, explica Osvandré Lech, presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia, que também indica o método. Pessoas em busca de redução da dor já formam um grupo comum nos estúdios. “Em 80% dos casos, nossos alunos vêm com esse objetivo”, conta Juliana Takiishi, coordenadora de Pilates do Centro de Bem-Estar Levitas, em São Paulo. Parte deles chega às aulas por conta própria. A outra, por recomendação médica.
img4.jpg

O fluxo de pacientes dos consultórios para os estúdios tem inspirado outra tendência: a oferta de Pilates dentro dos próprios hospitais. Na Clínica Mayo, centro de referência médica mundial, localizada nos Estados Unidos, o interesse nos benefícios que a técnica pode oferecer a pessoas doentes é tão grande que a instituição está realizando uma pesquisa para delinear melhor os ganhos obtidos. “Há um grande número de pessoas que tiveram câncer aderindo ao método”, informa a médica Daniela Stan, da instituição americana. A pesquisadora está concluindo um estudo com 15 mulheres, previsto para ser publicado no início de 2012. Durante três meses, as voluntárias participaram de aulas na instituição sob os olhos atentos de Daniela. “Há melhoria dos movimentos no lado do corpo afetado pela doença, assim como maior flexibilidade”, disse à ISTOÉ. “Também notamos melhora no humor e na satisfação com o corpo.”

Outra instituição a oferecer aulas é o prestigiado M. D. Anderson Cancer Center, também nos Estados Unidos. Por lá, pacientes que têm ou tiveram tumor de mama podem usufruir de uma aula por semana, indicada para ajudar no controle dos sintomas, como dor e fadiga. Na Suny Upstate Medical University, em Siracusa (EUA), as indicações são mais amplas. “Usamos para ajudar na reabilitação de pessoas com problemas músculo-esqueléticos”, contou à ISTOÉ Karen Kemmis, fisiologista do exercício e responsável pelo serviço. “Se alguém, por exemplo, sofre com dor no ombro e minha avaliação mostra que essa pessoa não tem um bom controle do movimento nessa região, usamos o Pilates para melhorar os padrões de movimento, prevenindo a ocorrência de mais prejuízos na área”, explicou.

img6.jpg

No centro americano, o método é utilizado ainda para auxiliar na reabilitação de portadores de doenças neurológicas. “Entre eles estão indivíduos com doença de Parkinson e que sofreram acidente vascular cerebral”, contou Karen. Nesses casos, além de contribuir para a melhora de movimentos prejudicados, estimula a habilidade de concentração.
A tendência de implementar estúdios em hospitais já começa a ser vista também por aqui. Exemplos são os hospitais Brasil, Integrante da Rede D’Or, e Albert Einstein, ambos em São Paulo. “Usamos como continuidade do tratamento ortopédico em pacientes que tiveram alta”, explica a fisioterapeuta Simone Przewalla, do Albert Einstein.
A instituição atende em média 20 pessoas por mês. “É uma atividade segura, que preserva bastante as articulações”, acrescenta Simone. A equipe responsável pelas aulas é formada apenas por fisioterapeutas. E o cuidado é intenso. “O médico nos manda uma carta dizendo o que o paciente tem, o que ele não pode fazer e quais objetivos devem ser atingidos”, diz a fisioterapeuta Marta Cordeiro Pereira, do Hospital Brasil. No Rio de Janeiro, a técnica está na lista das atividades sugeridas pela Clínica Cardiomex, coordenada por médicos especializados em medicina do esporte e cardiologia. “Entre outros benefícios, o Pilates reduz o estresse”, diz a cardiologista Isa Bragança.

img5.jpg

Mas não só o uso clínico do método tem merecido atenção dos cientistas. Responder a perguntas ainda não esclarecidas na área do fitness também é objeto frequente das pesquisas. Quem busca o Pilates apenas como uma forma de malhação vê na prática um modo de ganhar força e flexibilidade. E, claro, melhorar a definição da área abdominal. Mas será que isso pode mesmo ser atingido? De acordo com os pesquisadores que têm se dedicado a estudar a prática, sim. E a boa notícia é que os resultados aparecem pouco depois das primeiras aulas. Foi a conclusão à qual chegaram pesquisadores do Centro de Saúde da Turquia. Ao acompanhar um grupo de 38 mulheres sedentárias, eles perceberam que cinco semanas após o início das aulas o corpo já respondia aos estímulos dados pelos exercícios. Nas 21 voluntárias submetidas à técnica houve aumento da força nos músculos abdominais e melhora na flexibilidade. Pesquisa semelhante realizada na Universidade do Estado do Colorado (EUA) constatou esses mesmos ganhos entre voluntários de meia-idade. “E os benefícios foram percebidos com a prática de exercícios de intensidade relativamente baixa, que podem ser realizados sem aparelhos”, anotou no estudo June Kloubec, coordenadora do trabalho.
Mas há o outro lado da moeda. Após testes realizados para o Colégio Americano de Medicina do Esporte pela pesquisadora Michele Olson, da Universidade de Auburn, no Alabama (EUA), acendeu-se o alerta vermelho para a crença de que o Pilates pode ser usado como método de emagrecimento por si só. O que Michele constatou foi que a queima calórica das aulas da modalidade é baixa. No nível básico, uma hora de Pilates equivale a menos de 200 calorias. “Pilates é um treino de força e resistência”, disse Michele à ISTOÉ. “Se a pessoa quer queimar calorias, o melhor é praticar corrida ou spinning”, acrescentou. Isso não significa dizer, porém, que é preciso trocar o estúdio pelo tênis. O Pilates pode ajudar a emagrecer. “Ao começar a praticar, o aluno percebe mudanças positivas no corpo, como força, alinhamento postural, menos dores”, diz a fisioterapeuta Kátia Pinho, do Studio Airmid, de São Paulo. “Sua autoestima aumenta muito, o que é fundamental para iniciar um programa de emagrecimento.”
Além disso, ele contribui para manter o peso. O trabalho muscular aumenta a massa magra no corpo que, por sua vez, potencializa o consumo calórico do organismo. Na prática, quer dizer que ganhar músculos (e para isso o Pilates é muito válido) aumenta a quantidade de calorias consumidas pelo corpo para manter-se, pois as células musculares gastam mais energia para funcionar do que as células de gordura. Mais uma das qualidades do Pilates.

img9.jpg